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Contra o Cerco de Gaza

A Associação Abril convida todos os associados e amigos a participarem na concentração de solidariedade para com o povo Palestiniano. O Comité de Solidariedade com a Palestina junta-se à iniciativa de um grupo de cidadãos de assinalar os dois anos do mortífero ataque a Gaza, manifestando a sua solidariedade com o povo da Palestina e o seu repúdio pelo apoio do governo português à ocupação e ao apartheid israelita
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Dia 27 de Dezembro, 18h30 Concentração no Largo de S. Domingos (junto ao Rossio), em Lisboa

Lembrar Gaza

A Associação Abril, solidária e apoiante da iniciativa, apela aos seus associados para participarem nas actividades de evocação e repúdio do massacre de Gaza. "Lembrar Gaza"
PROGRAMA
Data: 4ª feira, dia 13 de Janeiro 2010 Local: Livraria Ler Devagar Horário: 21H30 - NOITE DE DANÇA, TEATRO E POESIA PARA EVOCAR GAZA - "Na queda do chumbo" pelo grupo Gestos - Dança Contemporânea - "Sete Crianças Judias" Texto de Caryl Churchill Tradução e Direcção de Bruno Mendes Actores/Actrizes - André Sobral, Bruno Mendes, Helena Miguel, Lígia Santos, Marta Jorge, Rita Caeiro e Rita Costa. - Conversa/debate com o director e actores/ actrizes - Leitura de poesia - "21 Haikus sobre Gaza" por David Rodrigues; “De Lisboa para Gaza” por Alan Stoleroff; e poemas em árabe lidos por Shahdwadi Data: domingo, dia 17 de Janeiro 2010 Local: Voz do Operário Horário: 15 horas - DOCUMENTÁRIO - “To Shoot an Elephant” de Alberto Arce e Mohammad Rujailah
O dia 18 de Janeiro de 2010 representa o primeiro aniversário do fim do bombardeamento da Faixa de Gaza por Israel. Um ataque que começou a 27 de Dezembro de 2008 e durou até 18 de Janeiro de 2009, e no qual 1,412 Palestinos perderam as suas vidas. O documentário "To shoot an elephant" é um relato testemunhal a partir da Faixa de Gaza do que ocorreu durante esses dias. Esta narração directa e privilegiada torna-se num instrumento com o qual podemos confrontar a propaganda Israelita e o silêncio da comunidade internacional sobre o que realmente aconteceu. Pelo seu valor como testemunho da população civil, "To shoot an elephant" tornou-se um relato legítimo que conta o que realmente ali aconteceu. É um retrato insubstituível do que os meios de comunicação social tentam esconder, uma excepcional banda sonora a ser ouvida por aqueles que vivem sob o controle Sionista... fragmentos de realidade a mostrar como a vida é numa guerra onde não há possibilidade de escapar. - Conversa/debate com José Manuel Rosendo jornalista da Antena 1 Data: segunda-feira, dia 18 de Janeiro de 2010 Local: Largo de S. Domingos, em Lisboa Horário: 18 horas - CONCENTRAÇÃO Para evocar o massacre de Gaza! Para exigir o fim do cerco ilegal a Gaza! A iniciativa "Lembrar Gaza" é promovida por diversas organizações e personalidades e tem como finalidade relembrar e repudiar a ofensiva militar israelita a Gaza, que decorreu entre 27 de Dezembro de 2008 e 18 de Janeiro de 2009. ACUSAMOS o Estado de Israel, as suas Forças Armadas e o seu Governo
Com base nos relatórios da situação de Gaza por organizações de direitos humanos, tais como Amnesty International, Palestinian Committee on Human Rights, Human Rights Watch e International Committee of the Red Cross e, especificamente, o “Relatório Goldstone” produzido para o Human Rights Council da ONU,
Perante o país e o mundo,
ACUSAMOS o Estado de Israel, as suas Forças Armadas e o seu Governo:
• de graves violações do direito internacional humanitário, de direitos humanos e de guerra contra o povo palestiniano de Gaza, no decorrer da operação militar denominada “Chumbo Fundido”, entre 27 Dezembro de 2008 e 18 de Janeiro de 2009;
• de graves crimes contra a Humanidade pelo castigo colectivo deliberadamente concebido e imposto sobre o povo palestiniano com o bloqueio de Gaza. Perante o país e o mundo,
• apelamos ao apuramento das responsabilidades pelos crimes de guerra e pelos crimes contra a humanidade • e exigimos o levantamento do cerco ilegal a Gaza. Lembrar as mais de 350 crianças que foram mortas durante o massacre Criança da Palestina
"Pai, olha para mim. Sou o Ahmed. Porque estás a dormir? Não ouves o barulho das bombas, nem vês o brilho do fogo? Está tudo a arder, pai, tenho medo! Pai, acorda! Acorda e conta-me uma história. Aquela história que a mãe contava antes daquilo acontecer. Lembras-te da mãe? Ficou com os olhos muito abertos de espanto, depois de me gritar para fugir. Eu fugi pai. Depois eu chorava e tu choravas, mas não conseguiste fechar-lhe os olhos. Foi ontem, pai ,que a mãe ficou a olhar para mim? Eu fugi, pai, mas agora estou aqui. Onde é que estou, pai? Tu estás a dormir, pai? Os gritos não te acordam? Pai, tenho medo. Conta-me aquela história de quando eu for grande. Lembras-te da mãe? Dos olhos tristes da mãe, enquanto sorria a contar-me a história? Pai, estou com frio. Abraça-me e deixa-me deitar a cabeça no teu colo. Tenho tantas coisas na minha cabeça...vejo os sorrisos da avó, a mãe a dar beijos no mais pequeno e tu a beberes água da fonte e a água a escorrer-te pelas barbas e eu a jogar à bola e a rir com os meus amigos. Tantas luzes na minha cabeça, pai ! Mas agora quero aquela história da Paz quando eu for grande. Lembras-te? A mãe ensinou-me a escrever essa palavra e disse para escrever as letras abraçadas e colocar na janela para toda a gente ver. Disse também para pintar uma flor mas eu pintei uma bola com muitas cores. Ela gostou da bola e disse que parecia o mundo. E depois disse que essa palavra pequena era a maior do mundo. Como eu era para a mãe. Eu era pequeno mas era grande como o mundo. Pode ser, pai? Mas o mundo é pequeno como a bola e grande como eu para a mãe? O que é o mundo pai? A mãe esqueceu-se de me explicar. Posso jogar a bola com o mundo e brincar à paz? Posso ir à escola no mundo e aprender a escrever mais letras abraçadas? Quero ir ter com o mundo pai. A mãe dizia que eu era o mundo dela. Deve estar lá à minha espera. Pai, eu sou o Ahmed. Acorda! Também sou o teu mundo? Deixa-me deitar no teu colo para ver melhor aquela estrela. Ela chama-me pai, será o mundo a chamar? Vou lá encontrar aquela palavra de letras abraçadas que pendurei na janela? Está lá a mãe à minha espera para me levar para nossa casa? Queres vir também, pai? Deixa lá, pai, descansa! A mãe está a dizer que vai contar-me a história toda de quando eu for grande..."
Lisboa, 13/01/2010_Guadalupe M.P.

VIGÍLIA

27 de Dezembro das 15h às 19h à frente da Embaixada de Israel Para evocar o massacre de Gaza! Para exigir o fim do cerco ilegal a Gaza.

Para apelar ao apuramento da responsabilidade pelos crimes de guerra e crimes contra a Humanidade! Para exigir o levantamento do cerco ilegal a Gaza! No dia 27 de Dezembro de 2008, as forças armadas do Estado de Israel desencadearam um assalto militar em larga escala contra toda a população de Gaza, após ano e meio de um bloqueio cruel que transformou 1,5 milhão de palestinianos em reclusos nas suas próprias casas. Os bombardeamentos massivos dos primeiros dias culminaram numa invasão devastadora. Na operação militar “Chumbo fundido” as forças armadas israelitas lançaram fósforo branco sobre zonas urbanas densamente populadas e lançaram fogo a mesquitas, escolas, hospitais, cimenteiras, instalações da ONU, padarias e habitações. Finda em 18 de Janeiro de 2009, a operação assassinou mais de 1400 palestinianos, a maior parte civis – crianças, mulheres e idosos – e causou ainda milhares de feridos em três semanas de violência desmedida. Israel invocou auto-defesa como justificação para o ataque contra Gaza e chamou à operação uma guerra, mas, na verdade, foi um massacre! A consciência do mundo ficou chocada com esta demonstração de força militar desumana. Passado um ano sobre o massacre, o cerco ilegal a Gaza continua e a ocupação e colonização israelita dos territórios palestinos intensifica-se e não permite ao povo palestino recuperar da destruição. Não nos podemos esquecer de Gaza! A Iniciativa “Lembrar Gaza” convoca, por isso, uma vigília, no próximo dia 27 de Dezembro, pelas 15h, frente à Embaixada de Israel, em Lisboa, para evocar, solenemente, as vítimas e a destruição, os crimes de guerra e contra a Humanidade e exigir o cumprimento do direito internacional e o levantamento do cerco ilegal a Gaza!

Organizações e personalidades subscritoras da Iniciativa Lembrar Gaza
SPGL CGTP CPPC MPPM Associação Abril CIDAC PCP BE Colectivo Múmia Abu Jamal Comitê pela Palestina Fórum pela Paz e Cidadania Associação de Estudantes da FCSH ATTAC Tribunal do Iraque Manuel Duran Clemente Maria do Céu Guerra Helena Roseta Miguel Graça Boaventura Sousa Santos Paulo Sucena António Avelãs Paula Cabeçadas Alípio de Freitas Guadalupe Magalhães Alan Stoleroff Hélder Costa Ana Benavente José Manuel Pureza José Mário Branco

O bloqueio a Gaza

A ABRIL REPUDIA O BLOQUEIO A GAZA E APOIA MÉDICO PORTUGUÊS André Trassa, médico português recém-licenciado juntou-se a uma delegação internacional com o objectivo de forçar a quebra do bloqueio a Gaza.

O contingente foi organizado pela CodePink, uma organização americana de mulheres contra a guerra.
Um grupo de 66 activistas internacionais conseguiu, com imensa dificuldade, entrar em Gaza, depois de ter sido alvo de uma campanha de intimidação pelos serviços secretos egípcios. O contingente de que faz parte André Trassa tem enfrentado enormes dificuldades, mas também manifestações de resistência e de dignidade espantosas. As forças egípcias estão a colaborar com as forças israelitas com o fim de impor um bloqueio total à população de Gaza que dura já há dois anos. Centenas de outros activistas encontram-se acampados em Rafah, impedidos de entrar. Espera-se que o fluxo internacional continue a aumentar, por terra e por mar, para chamar a atenção da comunidade internacional para a desumanidade do bloqueio e contribua para uma mudança de politica.
“É importante que os portugueses se juntem à crescente campanha internacional para pôr o fim ao bloqueio,” disse André Trassa, “o Estado israelita não pode continuar à margem da lei.”
Informação recolhida em: COMITÉ DE SOLIDARIEDADE COM A PALESTINA.
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Contra a Indiferença na Palestina

Excelente texto de Fernando Nobre lido na sessão organizada pelo Forum para a Paz e para os Direitos Humanos, realizada no dia 06/01/08, na Associação 25 de Abril.
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"Grito e Choro por Gaza e por Israel
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Há momentos em que a nossa consciência nos impede, perante acontecimentos trágicos, de ficarmos silenciosos porque ao não reagirmos estamos a ser cúmplices dos mesmos por concordância, omissão ou cobardia. O que está a acontecer entre Gaza e Israel é um desses momentos. É intolerável, é inaceitável e é execrável a chacina que o governo de Israel e as suas poderosíssimas forças armadas estão a executar em Gaza a pretexto do lançamento de roquetes por parte dos resistentes (“terroristas”) do movimento Hamas. . Importa neste preciso momento refrescar algumas mentes ignorantes ou, muito pior, cínicas e destorcidas:
. - Os jovens palestinianos, que são semitas ao mesmo título que os judeus esfaraditas (e não os askenazes que descendem dos kazares, povo do Cáucaso), que desesperados e humilhados actuam e reagem hoje em Gaza são os netos daqueles que fugiram espavoridos, do que é hoje Israel, quando o então movimento “terrorista” Irgoun, liderado pelo seu chefe Menahem Beguin, futuro primeiro ministro e prémio Nobel da Paz, chacinou à arma branca durante uma noite inteira todos os habitantes da aldeia palestiniana de Deir Hiassin: cerca de trezentas pessoas. Esse acto de verdadeiro terror, praticado fria e conscientemente, não pode ser apagado dos Arquivos Históricos da Humanidade (da mesma maneira que não podem ser apagados dos mesmos Arquivos os actos genocidários perpetrados pelos nazis no Gueto de Varsóvia e nos campos de extermínio), horrorizou o próprio Ben Gourion mas foi o acto hediondo que provocou a fuga em massa de dezenas e dezenas de milhares de palestinianos para Gaza e a Cisjordânia possibilitando, entre outros factores, a constituição do Estado de Israel.
. - Alguns, ou muitos, desses massacrados de hoje descendem de judeus e cristãos que se islamisaram há séculos durante a ocupação milenar islâmica da Palestina. Não foram eles os responsáveis pelos massacres históricos e repetitivos dos judeus na Europa, que conheceram o seu apogeu com os nazis: fomos nós os europeus que o fizemos ou permitimos, por concordância, omissão ou cobardia! Mas são eles que há 60 anos pagam os nossos erros e nós, a concordante, omissa e cobarde Europa e os seus fracos dirigentes assobiam para o ar e fingem que não têm nada a ver com essa tragédia, desenvolvendo até à náusea os mesmos discursos de sempre, de culpabilização exclusiva dos palestinianos e do Hamas “terrorista” que foi eleito democraticamente mas de imediato ostracizado por essa Europa sem princípios e anacéfala, porque sem memória, que tinha exigido as eleições democrática para depois as rejeitar por os resultados não lhe convirem. Mas que democracia é essa, defendida e apregoada por nós europeus?
. - Foi o governo de Israel que, ao mergulhar no desespero e no ódio milhões de palestinianos (privados de água, luz, alimentos, trabalho, segurança, dignidade e esperança ), os pôs do lado do Hamas, movimento que ele incentivou, para não dizer criou, com o intuito de enfraquecer na altura o movimento FATAH de Yasser Arafat. Como inúmeras vezes na História, o feitiço virou-se contra o feiticeiro, como também aconteceu recentemente no Afeganistão.
. - Estamos a assistir a um combate de David (os palestinianos com os seus roquetes, armas ligeiras e fundas com pedras...) contra Golias (os israelitas com os seus mísseis teleguiados, aviões, tanques e se necessário...a arma atómica!).
. - Estranha guerra esta em que o “agressor”, os palestinianos, têm 100 vezes mais baixas em mortos e feridos do que os “agredidos”. Nunca antes visto nos anais militares!
. - Hoje Gaza, com metade a um terço da superfície do Algarve e um milhão e meio de habitantes, é uma enorme prisão. Honra seja feita aos “heróis” que bombardeiam com meios ultra-sofisticados uma prisão praticamente desarmada (onde estão os aviões e tanques palestinianos?) e sem fuga possível, à semelhança do que faziam os nazis com os judeus fechados no Gueto de Varsóvia!
. - Como pode um povo que tanto sofreu, o judeu do qual temos todos pelo menos uma gota de sangue (eu tenho um antepassado Jeremias!), estar a fazer o mesmo a um outro povo semita seu irmão? O governo israelita, por conveniências políticas diversas (eleições em breve...), é hoje de facto o governo mais anti-semita à superfície da terra!
. - Onde andam o Sr. Blair, o fantasma do Quarteto Mudo, o Comissário das Nações Unidas para o Diálogo Inter-religioso e os Prémios Nobel da Paz, nomeadamente Elie Wiesel e Shimon Perez? Gostaria de os ouvir! Ergam as vozes por favor! Porque ou é agora ou nunca!
. - Honra aos milhares de israelitas que se manifestam na rua em Israel para que se ponha um fim ao massacre. Não estão só a dignificar o seu povo, mas estão a permitir que se mantenha uma janela aberta para o diálogo, imprescindível de retomar como único caminho capaz de construir o entendimento e levar à Paz!
. - Honra aos milhares de jovens israelitas que preferem ir para as prisões do que servir num exército de ocupação e opressão. São eles, como os referidos no ponto anterior, que notabilizam a sabedoria e o humanismo do povo judeu e demonstram mais uma vez a coragem dos judeus zelotas de Massada e os resistentes judeus do Gueto de Varsóvia!
. Vergonha para todos aqueles que, entre nós, se calam por cobardia ou por omissão. Acuso-os de não assistência a um povo em perigo! Não tenham medo: os espíritos livres são eternos! . É chegado o tempo dos Seres Humanos de Boa Vontade de Israel e da Palestina fazerem calar os seus falcões, se sentarem à mesa e, com equidade, encontrarem uma solução. Ela existe! Mais tarde ou mais cedo terá que ser implementada ou vamos todos direito ao Caos: já estivemos bem mais longe do período das Trevas e do Apocalipse.
. É chegado o tempo de dizer BASTA! Este é o meu grito por Gaza e por Israel (conheço ambos): quero, exijo vê-los viver como irmãos que são."
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FIM AO MASSACRE DE GAZA!

POR UM ANO NOVO SEM CRIMES DE GUERRA ISRAELITAS! .
No momento em que festejamos a passagem de ano com fogos de artifício na cidade de Lisboa, o povo de Gaza vive sob o fogo real da artilharia e da aviação israelita.
Nos primeiros dez minutos da ofensiva morreram mais de 200 pessoas e ficaram feridas ou estropiadas mais de 600. Alegadamente, tudo isto era resposta "proporcional" aos morteiros artesanais palestinianos, que em 7 anos mataram 20 israelitas. Na verdade, o bombardeamento israelita é um novo passo na destruição do povo palestiniano: neste momento já há outras tantas centenas de mortos e milhares de feridos; prosseguem os ataques a uma população que não tem para onde fugir nem como se defender, já que a Faixa de Gaza tem vivido sob um bloqueio que priva os seus habitantes de água potável, de energia, de alimentos, de medicamentos.
O cessar-fogo que os EUA, a UE e a ONU exigem aos palestinianos seria, nessas condições, a morte lenta para um povo cercado. Se alguém aqui está a defender-se, são os palestinianos de Gaza, que elegeram democraticamente o seu governo e a quem o Estado de Israel tem invadido, ocupado e roubado as terras, as propriedades e as casas.
Não vamos calar-nos diante dos crimes de guerra e do abuso de força. Apelamos à participação de todos e todas nas acções que estão a ser preparadas por várias organizações em Lisboa:
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5 de Janeiro a partir das 18h no Largo de S. Domingos, junto ao memorial às vítimas da intolerância * 8 de Janeiro a partir das 18h em frente do check-point que a embaixada israelita instalou na colonizada Rua António Enes, nº 16, a S. Sebastião
Esta última iniciativa é apoiada por: Associação Abril - Bloco de Esquerda - CGTP - Colectivo Abu-Jamal - Colectivo Revista Rubra - Comité de Solidariedade com a Palestina - CPPC - Fórum pela Paz - MDM - Monthly Review - MPPM - Plataforma Guetto - Política Operária - Shift - SOS Racismo - SPGL - Tribunal do Iraque
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Contra o genocídio na Faixa de Gaza

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A Associação Abril não pode deixar de expressar o seu protesto em relação aos acontecimentos que estão a decorrer na Faixa de Gaza, na Palestina.
Apelamos a todos os que acreditam na justiça e na paz para se rebelarem de todas as formas ao seu alcance e repudiarem o massacre que o Estado Israelita está a efectuar, na Faixa de Gaza, contra o povo da Palestina. Exigimos que cesse o genocídio contra um povo indefeso, que há 60 anos tem resistido, em condições inomináveis, mas com enorme dignidade, contra tudo e contra todos os que os querem subjugar.