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Convite

Para o encerramento das celebrações do 25º Aniversário da Associação Abril e do Ciclo de Conferências subordinado ao tema "A memória no feminino", gostaríamos muito de poder contar com a vossa presença na sessão evocativa de Maria de Lourdes Pintasilgo, mulher ímpar da sociedade portuguesa, que desempenhou de forma exemplar alguns dos mais altos cargos políticos, tanto em Portugal como no estrangeiro.


Oradoras: Alfreda Ferreira Fonseca, Luísa Beltrão e Maria do Loreto Paiva Couceiro,

A sessão é precedida de um momento musical com a participação de Isabel Sevivas.

Realização: 5 de Dezembro, às 18.30h, na SPA – Sociedade Portuguesa de Autores

Auditório Maestro Frederico de Freitas, Av. Duque de Loulé, n.º 31

Convite

A Associação Abril, em parceria com a Sociedade Portuguesa de Autores, tem o prazer de convidar para uma mesa redonda denominada "As lutadoras da Resistência", com a participação de Ana Bela Vinagre, Aurora Rodrigues, Helena Neves e Helena Pato.

A sessão será precedida de um momento musical com a participação de Celina da Piedade

Esta actividade insere-se no âmbito das celebrações do 25º Aniversário da Associação e no Ciclo de Conferências, subordinado ao tema "A memória no feminino".

Realização: 14 de Novembro, às 18.30h, na SPA – Sociedade Portuguesa de Autores.

Auditório Maestro Frederico de Freitas, Av. Duque de Loulé, n.º 31

Convite

No âmbito das celebrações do seu 25º Aniversário, a Associação Abril em parceria com a Sociedade Portuguesa de Autores tem o prazer de convidar para um Ciclo de Conferências, subordinado ao tema "A memória no feminino".

A primeira comunicação "As mulheres na 1ª República" estará a cargo de Ana Vicente, escritora, investigadora e especialista em questões relacionadas com a condição feminina.

Realização: 24 de Outubro, às 18.30h, na SPA – Sociedade Portuguesa de Autores.

Auditório Maestro Frederico de Freitas, Av. Duque de Loulé, n.º 31

Entrada livre

25º Aniversário


"A memória no feminino"

21 de Setembro a 5 de Dezembro

2011

SPA - Sociedade Portuguesa de Autores

"A democracia em Portugal não pode ser expressa nem realizada fora da relação entre democracia formal e aprofundamento da democracia participativa a que se refere de forma clara a Constituição."

“ (…) a última década viu engrossar a necessidade e a coragem de os cidadãos participarem mais nas questões a que o mundo tem que fazer face".

in VISÃO, 2003.

Maria de Lourdes Pintasilgo

"(...) cidadã notável, que serviu Portugal nos mais altos cargos e funções, sempre com grande talento, dedicação inexcedível e numa atitude permanentemente inovadora"

Jorge Sampaio

APRESENTAÇÃO

Coincidindo com o encerramento do mandato do biénio 2009 - 2011, que decorreu sob o lema "A cultura do desassossego", festejamos os vinte e cinco anos da nossa associação, com a organização de um ciclo de actividades e conferências, dedicado ao tema:

"A memória no feminino"

Com esta iniciativa, pretendemos lembrar algumas das mulheres que durante o último século travaram a dura batalha pela conquista de todos os seus direitos, designadamente algumas das pioneiras da 1.ª República, as que lutaram contra a privação das liberdades individuais e aquelas que viveram e sofreram os danos e as ausências da guerra colonial.

Pretendemos ainda evocar e homenagear a memória da nossa mentora Maria de Lourdes Pintasilgo que, no desempenho de altos cargos de governação em Portugal, nunca esqueceu a sua condição feminina.

PROGRAMA

Setembro 21 - 18.30
Outubro 14 - 18.30

"A Filha Rebelde"

Projecção do vídeo da peça de teatro de Margarida Fonseca Santos, inspirada na obra homónima de Valdemar Cruz e José Pedro Castanheira, encenada e dirigida por Helena Pimenta.

O tema da peça - percurso de emancipação e adesão à revolução cubana da jovem Annie, filha do Major Silva Pais, director da PIDE - provocou a instauração de um inédito processo judicial, contra a autora da obra e os directores do teatro D. Maria II, responsáveis pela sua realização.


Outubro 24 -18.30

Momento musical

"As mulheres e a 1ª República"
por Ana Vicente

Conferência sobre as mulheres pioneiras da 1ª República, que lutaram activamente pela igualdade de direitos e oportunidades.

Debate


Novembro 14 – 18.30

Momento musical com Celina da Piedade

"As lutadoras da Resistência"
por Ana Bela Vinagre, Aurora Rodrigues, Helena Neves e Helena Pato.

Mesa redonda sobre as mulheres da resistência durante o Estado Novo, com a participação de algumas das protagonistas que viveram e sofreram, sob diversas formas, os efeitos da repressão e da política colonial durante os 48 anos de obscurantismo e de luta conta a Ditadura.

Debate


Dezembro 5 – 18.30

Momento musical

Maria de Lourdes Pintasilgo, a política da diferença

Sessão evocativa de Maria de Lourdes Pintasilgo, com depoimentos de amigas e colaboradoras e com a projecção de um documentário sobre a sua vida e obra política. (intervenientes a confirmar)

Debate
Nota: Durante as sessões estarão à venda livros das conferencistas e de outros autores, sobre esta temática.


Organização: Associação Abril

Parceria: SPA – Sociedade Portuguesa de Autores

Local: SPA - Auditório Maestro Frederico de Freitas
Av. Duque de Loulé, n.º 31 - Lisboa


AGRADECIMENTOS

A Associação Abril agradece à SPA pelo apoio prestado bem como às conferencistas e aos músicos pela sua generosa colaboração.

Lançamento do livro “Uma flor por Maria de Lourdes Pintasilgo “

Este evento foi promovido pela Agência do Banco do Tempo, de Quarteira, com o apoio da Câmara Municipal de Loulé, e teve lugar na Galeria Praça do Mar, em Quarteira. Intervenções de Gilberta Alambre, Isabel Pinto, Margarida Vieira e Teresa Maria Branco Apresentação de Maria Guadalupe Magalhães Portelinha

Sessão de apresentação “Uma flor por Maria de Lourdes Pintasilgo” Agência do Banco do Tempo de Quarteira 08 de Novembro de 2008 15.00h – Galeria Praça do Mar Muito obrigada a Giberta e Isabel, coordenadoras da Agência do Banco do Tempo em Quarteira, a Teresa Maria que fez a ligação com a Abril e também, a todos vós, pela vossa presença, amigas e amigos da Abril e de Maria de Lourdes Pintasilgo, muito obrigada por partilharem connosco este momento.

Antes de darmos início à apresentação do livro que hoje aqui nos junta, queria pedir-vos para que se sentassem, por instantes, num banco, que pode ser um banco do tempo, para vos oferecer um pequeno momento de introspecção com o visionamento de imagens acompanhadas por uma peça musical, de Hildegarde von Bingen, que Maria de Lourdes Pintasilgo (MLP) muito apreciava. São fotos de flores que uma amiga da Abril, Felizarda Barradas, dedicou a Maria de Lourdes Pintasilgo, inspirada no título do livro, da autoria de Margarida Vieira.

Este livro nasceu da junção de muitas vontades, de muita solidariedade e voluntariado, dado que todos contribuíram graciosamente para a sua elaboração, com excepção da Gráfica. Tivemos ainda o subsídio fundamental da FCG. Na altura do lançamento do livro, na Livraria Parlamentar da Assembleia da República, tive ocasião de agradecer a todos os que contribuíram para a sua elaboração. Mas, mais uma vez devo agradecer a todos e também agradecer em especial a MLP por ter feito parte das nossas vidas e ter contribuído, com o seu pensamento social e político e com a sua postura independente, para a constituição da Abril e dos objectivos que a têm norteado. Por isso e muito mais que ficará por dizer, se justificou a singela homenagem que lhe prestámos e que se consubstanciou neste pequeno livro que, por sua vez, se constituiu como outra evocação/homenagem também ela emotiva e saudosa. Mas com o que aprendemos com o pensamento de MLP, embora este seja um momento de saudade, não o será no sentimento estático, mas antes no motor da acção que nos leva a realizar iniciativas como este encontro. Sem dúvida, a saudade como lembrança do passado, mas também a saudade projectada na esperança e no futuro, e vivida no presente, no tempo do agir, agora! Na elaboração deste livro nós colocámos a ternura e o cuidado, essa ternura e cuidado que MLP tão bem definia e defendia; passámos tempo a cuidar da nossa flor, por isso esta “Flor por Maria de Lourdes Pintasilgo” ser tão importante para nós.

Com MLP percebemos que é a ternura e o cuidado que criam o universo das excelências, do significado da existencia, daquilo que vale e ganha importância, em função do qual se pode sacrificar o tempo, o empenho, e, às vezes, a própria vida. Segundo MLP e outros pensadores a raiz básica da nossa crise cultural é uma aterradora falta de ternura e de cuidado, de uns para com os outros, de todos para com a natureza e o nosso próprio futuro. MLP durante a sua vida deseja e persegue um pacto de futuro entre os povos, entre as religiões, para com a natureza. Por isso o seu alerta nessa obra exemplar: Cuidar o futuro e na Fundação com o mesmo nome! Heidegger colocou a ternura e o cuidado como fenómeno estruturante da existência, como aliás já o sabia o velho mito grego, segundo o qual o deus Cuidado foi quem criou o ser humano. Não deixa de ser sintomático que um dos maiores revolucionários modernos, Che Guevara, tenha tomado como lema da sua prática a ternura associada a um forte acção: “tem que se ser duro sem nunca perder a ternura”( hay que enrijecerse pero sim perder la ternura). E é também neste contexto, em que cuidado implica acção, que assentou o pensamento político de MLP. Na ligação entre ideias e acção, na convicção de que não deveria haver cortes entre economia e política, entre meios e fins, entre eficiência e equidade, entre métodos e valores, numa procura constante em associar o rigor e a democracia, nomeadamente a democracia participativa. O seu interesse em ir ao encontro de uma maior participação da opinião pública, ouvir a voz dos cidadãos, educar para a cidadania, despertar as consciências para que as pessoas se dêem conta de que ninguém pode pensar por elas, de que apenas elas são actores e donos do seu próprio destino, autores da própria história. Ela reclama o desassossego, o bulir com as ideias feitas, a necessidade de agir, mesmo com a palavra, de mudar a vida, mudando de vida. Defende a liberdade como vivência, que a liberdade não pode ser encarada como uma filosofia, nem sequer uma ideia, mas um momento de consciência. Apregoa a liberdade nas sua várias tonalidades, na consciência e alegria da alteridade do outro, no acto de fazer o outro existir. Percebe e reage à sujeição dos valores da liberdade de informação, à perversão do liberalismo e neo-liberalismo selvagens que tomando conta de todas acções políticas e económicas vão matando a humanidade existente no ser humano. Indigna-se com a injustiça, com as guerras que deflagram a todo o momento e defende uma ética de memória e de responsabilidade; a capacidade de sermos capazes de ter o pensamento nas vítimas da história e o dever de não esquecer. Daí a necessidade de redesenhar os caminhos do ser no tempo, de revalorizar o pensamento, e ver se a par de todo o cotejo das vítimas ainda é possível descobrir a esperança. Suportados pela esperança e para mantermos viva a sua memória tivemos o cuidado de incluir pequenos extractos do seu pensamento nas páginas iniciais deste livro, estimulando a curiosidade e lançando como que um convite ao estudo e aprofundamento do seu pensamento. Depois pedimos aos seus amigos que nos dessem um testemunho das suas vivências com MLP. Não vou falar da qualidade literária dos textos, que é enorme, mas dizer apenas que todos os depoimentos foram escritos com as palavras certas, aquelas que surgem no papel vindas directamente do coração. Fazendo uma referência breve aos depoimentos, inicio com José Saramago que nota como ela faz falta ao país, a este país que não sabe acarinhar aqueles que não são “alinhados”, aqueles que não têm moldura onde se encaixar. Esta ideia é também reforçada por Lídia Jorge que afirma que o que mais admirou em MLP foi a sua “impetuosidade e o desalinhamento”; aquela pessoa que reage e actua em relação aos factos que presencia, aquela que diz palavras subversivas e de inconformismo, que incomodam os acomodados. Também estes factos são sublinhados por Luís Moita quando refere que o Estado português nunca soube aproveitar as suas capacidades, pelo contrário desaproveitou-as e quase a esqueceu. Luís Moita ainda a evoca a “um ritmo ternário”: na sua experiência cristã, na acção política, e no compromisso internacional. MLP partiu de uma experiência cristã, envolveu-se na acção política e desabrochou na acção mundial. Esta sua acção internacional é também testemunhada por Manuel José Carmo Ferreira que explicita o sentido da expressão usada por MLP “uma sociedade de confiança”. Explica o seu grande desejo era que o relacionamento internacional mais do que entre estados ou povos fosse a constituição de uma sociedade de confiança, que pressupõe, para além do cumprimento dos DH instituídos, mais 3 Direitos: o direito à Paz (pondo a guerra inequivocamente fora da lei – lembro a sua condenação da guerra contra o Iraque); o direito à Pátria (cada um poder realizar uma verdadeira relação de pertença, de se sentir em comunidade -aqui lembrava emocionada a situação do povo palestiniano); por último, o direito a um património comum da humanidade (património referido não só ao passado mas essencialmente em relação ao futuro, ao direito ao futuro). Esta crença no futuro é também realçada por Maria João Seixas quando diz que MLP desenhou o futuro com as mais justas e belas cores e por Marcelo Rebelo de Sousa quando afirma que MLP como cristã apostava no futuro e encarava a Utopia como o caminho para ultrapassar as dependências e alienações do presente, por isso o seu ecumenismo consciente pela procura de espaços de entendimento com as pessoas, com nome e com rosto, na situação concreta. É igualmente nesta linha de ser cidadã universal e ecuménica, na procura da concretização da Utopia, que Hélia Correia, não sendo cristã, encontrou uma companheira espiritual, lembrando que a espiritualidade era em MLP acção e que toda a sua acção era espiritualidade. Referindo-se à candidatura de MLP à presidência da República afirma: “estivemos muito perto de atingir a Utopia e nunca a Utopia teve um rosto e um sorriso como o dela”. Segundo ainda Hélia correia, “essa mulher sobressaltou o pensamento português” pois desejava efectivamente que a par da democracia representativa, a democracia participativa se tornasse realidade. Esta matéria foi bem defendida por Nuno Teotónio Pereira que apelou às acções de cidadãos organizados bem como por Rui Oliveira quando declara com MLP que a intervenção cidadã tem de ser quotidiana e não apenas no momento do voto. Teolinda Gersão realça a mulher pragmática e de acção. Para ela, passar do campo das ideias e das palavras à acção concreta, ao trabalho de campo e ao serviço público, era a sua verdadeira maneira de ser, aspectos esses também realçados por Maria Vitória Vaz Pato que ainda foca o interesse vivo de MLP pela novidade. O sentido de missão, de entrega ao outro, da luta pela dignidade dos seres humanos, aliados à sua irreverência e ousadia, com a noção de que a democracia existente ainda é imperfeita, são ideias reforçadas por António Ramalho Eanes e também por Fátima Grácio quando exprime a necessidade e a pressa que MLP sentia em lançar os fundamentos da “Fundação Cuidar o Futuro”. Ela sabia que através da Fundação poderia desenvolver iniciativas e programas que reflectiam muitas das preocupações e causas que defendeu durante toda a vida: a construção de um ser humano interventivo e de uma democracia nas suas diversas vertente de cariz político, social, económico e cultural mas, acima de tudo, baseada na ética da justiça, da responsabilidade, dos direitos, do cuidado e na força da mudança. Esta arte de mudar no sentido da justiça e da liberdade está intimamente ligada à arte de cuidar, no dizer de Guilherme de Oliveira Martins, dois planos estruturantes para MLP, que entendia o poder das mulheres como força social e mobilizadora de toda a humanidade, para um novo contrato social. É sobre esta mulher inteira, atravessada por convicções e dúvidas fortes, dedicada a grandes causas que Isabel Alllegro de Magalhães evoca. A sua forma de pensar as questões da mulheres, entrelaçando a libertação das mulheres com a libertação sócio-política, recusando a noção de igualdade e depois a da paridade, em nome de uma nova diferença assente no reconhecimento de uma cultura própria das mulheres e numa subjectividade feminina em exercício. Francisco silva Alves também enfatizou esta questão da política ter nuances novas com MLP, por ser uma política pensada no feminino, por isso possivelmente mais sensível e mais humana. Maria do Céu Guerra, Elsa de Noronha, José Fanha, Francisco Fanhais e Rui Sequeira usaram as palavras poéticas e as dos poetas para falarem de MLP. João Lavinha focou, entre outros aspectos, a obrigação da Abril, como imperativo social e político, em valorizar o legado cívico de MLP, em levar para diante o seu testemunho no aprofundamento e aperfeiçoamento da Democracia participativa. Nós, Associação Abril, estamos empenhados e empenhadas em fazer germinar o seu legado em todas as frentes, onde for necessário e oportuno. Para já queremos responder-lhe com Leonardo Boff quando diz: “…ensina teus passos/o caminho dos sonhos…/vives o tempo da coragem/ a música do risco…/ o tempo te desafia clamando! E roubando uma imagem que alguém utilizou para com o Zeca Afonso dizendo que ao morrer se transformou numa estrela da constelação da Utopia, acho que também MLP lá está, estrela dessa constelação, a mostrar-nos o caminho, tal como Eduardo Galeano tão bem descreveu e nós gostaríamos de seguir. E diz assim:

“ A utopia está lá no horizonte, Aproximo-me dois passos, ela se afasta dois passos Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais a alcançarei. Para que serve a Utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar.” .

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O Livro e o Lançamento


Maria de Lourdes Pintasilgo mereceu a atenção de uma sala cheia de amigas e amigos, onde não couberam todos os que queriam ter estado presentes.
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Livros à venda na:
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Associação Abril – R. S. Pedro de Alcântara, 63 1º D, em Lisboa
Letra Livre – Calçada do Combro, 139, em Lisboa
Loja 107, Livrarias - R. Heróis da Grande Guerra 107 - Caldas da Rainha
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E brevemente na:
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Byblos Livrarias - Av. da Boavista, no Porto e Amoreiras, em Lisboa
Ler Devagar – Fábrica de Braço de Prata, em Lisboa.
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Maria de Lourdes Pintasilgo


Na superlotada Livraria da Assembleia da República, decorreu o lançamento do livro Uma Flor por Maria de Lourdes Pintasilgo, tempo para uma nova evocação dessa grande mulher portuguesa.

Adelino Gomes lembrou-a através de textos incluídos no livro. Manuel Freire, os Couple Coffee e Francisco Fanhais pela poesia e pelas canções. A importância das ideias defendidas por Maria de Lourdes Pintasilgo na formação da ABRIL foi exposta por Guadalupe Magalhães.

Proxima actividade



Lançamento do livro homenagem "Uma Flor por Maria de Lourdes Pintasilgo"

Antecipando a celebração do dia da Mulher, a Associação ABRIL vai proceder ao lançamento da obra "Uma flor por Maria de Lourdes Pintasilgo", a realizar no dia 07 de Março (sexta-feira), na Livraria da Assembleia da República, às 18.30h.

A sessão conta com a intervenção do jornalista Adelino Gomes e dos músicos Manuel Freire, e de Luanda Cozetti e Norton Daiello (Couple Coffee).

A edição deste livro teve o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e regista a sessão realizada em Novembro de 2004, na Biblioteca Museu da República e da Resistência em que participaram:
António Ramalho Eanes, Elsa Noronha, Fátima Grácio, Francisco Fanhais, Francisco Silva Alves em representação da ABRIL, Guilherme d’Oliveira Martins, Hélia Correia, Isabel Allegro de Magalhães, João Lavinha em representação da ABRIL, José Fanha, José Saramago, Lídia Jorge, Luís Moita, Manuel José Carmo Ferreira, Marcelo Rebelo de Sousa, Maria do Céu Guerra, Maria João Seixas, Maria Vitória Vaz Pato, Nuno Teotónio Pereira, Rui Oliveira em representação da APRIL, Rui Sequeira e Teolinda Gersão.

Contamos com a vossa presença.