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O bloqueio a Gaza

A ABRIL REPUDIA O BLOQUEIO A GAZA E APOIA MÉDICO PORTUGUÊS André Trassa, médico português recém-licenciado juntou-se a uma delegação internacional com o objectivo de forçar a quebra do bloqueio a Gaza.

O contingente foi organizado pela CodePink, uma organização americana de mulheres contra a guerra.
Um grupo de 66 activistas internacionais conseguiu, com imensa dificuldade, entrar em Gaza, depois de ter sido alvo de uma campanha de intimidação pelos serviços secretos egípcios. O contingente de que faz parte André Trassa tem enfrentado enormes dificuldades, mas também manifestações de resistência e de dignidade espantosas. As forças egípcias estão a colaborar com as forças israelitas com o fim de impor um bloqueio total à população de Gaza que dura já há dois anos. Centenas de outros activistas encontram-se acampados em Rafah, impedidos de entrar. Espera-se que o fluxo internacional continue a aumentar, por terra e por mar, para chamar a atenção da comunidade internacional para a desumanidade do bloqueio e contribua para uma mudança de politica.
“É importante que os portugueses se juntem à crescente campanha internacional para pôr o fim ao bloqueio,” disse André Trassa, “o Estado israelita não pode continuar à margem da lei.”
Informação recolhida em: COMITÉ DE SOLIDARIEDADE COM A PALESTINA.
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Debate sobre a Palestina

Convite Sessão – debate sobre a Palestina Dia 11 de Março, quarta-feira, às 18.30h Sede da Associação Abril (R. de S. Pedro de Alcântara, 63-1.ºdto)
A Associação Abril vem convidar os associados, amigos e todos os que se interessam pelas questões ligadas à situação da Palestina para ouvirem os testemunhos de Berta Macias e Amílcar Sequeira que, recentemente, visitaram a Palestina e Israel.
Em representação do Tribunal Mundial sobre o Iraque – audiência portuguesa – integraram uma delegação composta por membros do Conselho Português para a Paz e a Cooperação, a CGTP e o Movimento Democrático de Mulheres, tendo estabelecido contactos com diversas organizações de resistência, tanto árabes como israelitas.
A comunicação será seguida de debate.
. Pela Associação Abril, Maria Guadalupe Magalhães

FIM AO MASSACRE DE GAZA!

POR UM ANO NOVO SEM CRIMES DE GUERRA ISRAELITAS! .
No momento em que festejamos a passagem de ano com fogos de artifício na cidade de Lisboa, o povo de Gaza vive sob o fogo real da artilharia e da aviação israelita.
Nos primeiros dez minutos da ofensiva morreram mais de 200 pessoas e ficaram feridas ou estropiadas mais de 600. Alegadamente, tudo isto era resposta "proporcional" aos morteiros artesanais palestinianos, que em 7 anos mataram 20 israelitas. Na verdade, o bombardeamento israelita é um novo passo na destruição do povo palestiniano: neste momento já há outras tantas centenas de mortos e milhares de feridos; prosseguem os ataques a uma população que não tem para onde fugir nem como se defender, já que a Faixa de Gaza tem vivido sob um bloqueio que priva os seus habitantes de água potável, de energia, de alimentos, de medicamentos.
O cessar-fogo que os EUA, a UE e a ONU exigem aos palestinianos seria, nessas condições, a morte lenta para um povo cercado. Se alguém aqui está a defender-se, são os palestinianos de Gaza, que elegeram democraticamente o seu governo e a quem o Estado de Israel tem invadido, ocupado e roubado as terras, as propriedades e as casas.
Não vamos calar-nos diante dos crimes de guerra e do abuso de força. Apelamos à participação de todos e todas nas acções que estão a ser preparadas por várias organizações em Lisboa:
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5 de Janeiro a partir das 18h no Largo de S. Domingos, junto ao memorial às vítimas da intolerância * 8 de Janeiro a partir das 18h em frente do check-point que a embaixada israelita instalou na colonizada Rua António Enes, nº 16, a S. Sebastião
Esta última iniciativa é apoiada por: Associação Abril - Bloco de Esquerda - CGTP - Colectivo Abu-Jamal - Colectivo Revista Rubra - Comité de Solidariedade com a Palestina - CPPC - Fórum pela Paz - MDM - Monthly Review - MPPM - Plataforma Guetto - Política Operária - Shift - SOS Racismo - SPGL - Tribunal do Iraque
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Contra o genocídio na Faixa de Gaza

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A Associação Abril não pode deixar de expressar o seu protesto em relação aos acontecimentos que estão a decorrer na Faixa de Gaza, na Palestina.
Apelamos a todos os que acreditam na justiça e na paz para se rebelarem de todas as formas ao seu alcance e repudiarem o massacre que o Estado Israelita está a efectuar, na Faixa de Gaza, contra o povo da Palestina. Exigimos que cesse o genocídio contra um povo indefeso, que há 60 anos tem resistido, em condições inomináveis, mas com enorme dignidade, contra tudo e contra todos os que os querem subjugar.